ARTIGO: Lima Barreto e a Militância Literária
1 A emergência do nome de Lima Barreto no ano do centenário do seu nascimento leva que se reconsidere uma série de conceitos e julgamentos relativos à sua atuação na época em que viveu como agente de
1 A emergência do nome de Lima Barreto no ano do centenário do seu nascimento leva que se reconsidere uma série de conceitos e julgamentos relativos à sua atuação na época em que viveu como agente de
“ELE [OSVALDÃO] ERA MUITO HÁBIL NA FLORESTA, TINHA DOM PARA CAÇAR E PESCAR. OS ÍNDIOS FALAM DA TÉCNICA DELE PARA IMITAR OS SONS DOS ANIMAIS. OSVALDÃO SE INTEGROU À NATUREZA E À VIDA DE CAMPONÊS” A Guerrilha do Araguaia
Quando Clóvis Moura começou sua pesquisa sobre revoltas escravas na década de 1940, aquelas lutas eram ainda consideradas como um capítulo à margem na história da luta de classes no Brasil, e havia ainda um eco, entre analistas
Estamos apresentando um livro sobre o qual não sabemos o que mais destacar: se a lucidez dos conceitos ou a coragem política de enunciá-los no atual momento. Explico-me: o livro de Luiz Marcos Gomes sai exatamente no
Clóvis Moura e a Consciência Negra Desde que Zumbi passou a ser reconhecido como símbolo da luta antiescravista brasileira, foi reconsiderada parte de nossa visão de história, não feita por heróis, mas tendo o Quilombo dos Palmares como personificação
Nos últimos tempos historiadores da escravidão tentam fazer uma “revisão” do que foi o modo de produção escravista no Brasil e as causas que determinam sua dinâmica, decadência e extinção. Haveria uma diferença flagrante entre a realidade da
Sobre o racismo um dos temas mais polêmicos, instigantes e inesgotáveis do mundo moderno, concentram-se opiniões contraditórias, que discutem em vários níveis, as consequências de sua prática. A discussão sobre as diversas formas de sua atuação, significado e
Este ano de tantas comemorações simbólicas, imaginárias, ideológicas, ou simplesmente biográficas, está sendo registrado o centenário do nascimento do sociólogo Gilberto Freyre, um dos mais importantes cientistas sociais do Brasil após 1930. Explica-se a sua importância no contexto
Quando Clóvis Moura começou a escrever seu Rebeliões da Senzala, em 1949, o historiador Caio Prado Jr., então considerado o principal historiador marxista do Brasil, aconselhou-o a desistir da empreitada. Ele dizia que a passividade teria sido o