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Hegel no olho de Lênin – a tradição dialética

Não deixa de ser inacreditável que o marxismo vulgar continue a entronchar o nariz para o ícone da filosofia clássica alemã G. F. Hegel (1770-1831); e, de maneira bem similar, para o brilhante economista J.M. Keynes (1883-1946). No caso

Faz algum sentido ler Marx nesta época?

Depois de 153 anos, desde o primeiro volume de O Capital, ou 126 desde o terceiro, o mundo sofreu imensas transformações. Haverá ainda o que encontrar em Marx para entender o mundo em que vivemos? Tratei deste tema em

Comunistas do Brasil e a questão da mulher – parte 3

Nas grandes mobilizações operárias que sacudiriam o país, no final da década de 1940 e início de 1950, as mulheres comunistas tiveram uma grande participação. Na greve dos 300 mil que parou a capital paulista em 1953 – e

Maria Rita Kehl: Marx feminista?

Exato: Marx, feminista. A opressão sexual das mulheres, no grande século burguês, não poderia passar despercebida à sensibilidade libertária do inventor do socialismo científico. Nem que fosse por acaso: é o que revela este pequeno livro que contém o

Crítica do valor: uma apresentação

1.Os textos que compõem o dossiê de capa da Margem Esquerda n. 35 oferecem uma introdução à crítica do valor. Há mais de três décadas essa abordagem teórica reformula a crítica radical do capitalismo a partir de alguns fundamentos deixados por Marx

Aforismos Engelsianos

Após destaque sucinto de temas centrais de Friedrich Engels, o artigo conflui a passagens notáveis de textos e obras que aludem a ideia de sua elaboração teórica indelével e decisiva para a construção do materialismo dialético e histórico como

Análise estrutural do fascismo: breves apontamentos

A última semana do mês de julho de 2020 foi marcada por um evento de grande relevância no campo do pensamento crítico: o I Seminário Crítica do Direito e Subjetividade Jurídica – Análise Estrutural do Fascismo. Resultado de uma

Apontamentos para a atualidade da revolução de outubro

O historiador escocês Niall Ferguson, reacionário, há pouco mais de uma década afirmou que “duas epidemias assolaram o mundo em 1918. Uma foi a influenza espanhola […] A outra epidemia foi o bolchevismo, que por determinado período pareceu quase