Descemos o rio.
Chegados à foz, estuamo-nos com as águas.
No confronto com as ondas, desfizemo-nos em lascas de pau,
tecidos
e moléculas de carbono.
Hoje,
somos mar,
plenos de monstros e abismos.
Um espectro que ronda
Descemos o rio. Chegados à foz, estuamo-nos com as águas. No confronto com as ondas, desfizemo-nos em lascas de pau, tecidos e moléculas de carbono. Hoje, somos mar, plenos de monstros e abismos.
POR: Redação
∙ ∙1 min de leitura
Notícias Relacionadas
-
‘Poder e socialismo’: Elias Jabbour aprofunda tese sobre economia de projetamento na China
Pesquisador aborda seu novo livro, escrito em parceria com o filósofo australiano e professor da Universidade de Pequim, Roland Boer
-
Centro de tortura no Pará, Casa Azul pode virar espaço de memória
PCdoB, atores públicos e sociais se mobilizam para dar novo destino a imóvel em Marabá (PA) onde foram mortos e torturados integrantes da Guerrilha do Araguaia, indígenas e camponeses, na ditadura militar
-
Estado reconhece morte de Maurício Grabois como violência da ditadura
Anunciada em Salvador, certidão de óbito retificada será entregue à família no Rio de Janeiro; medida inclui militantes mortos na Guerrilha do Araguaia
-
Como resistência do Irã diante dos EUA pode abrir espaço para a China
Elias Jabbour avalia que fechamento do Estreiro de Hormuz pode afetar petrodólares, responsável pela manutenção do dólar como moeda mundial, e abrir espaço para a moeda chinesa, causando o colapso dos EUA como potência militar
-
Denunciar os crimes da ditadura, mas apontar os mandantes
Só nos primeiros meses, 50 mil pessoas foram presas, muitos foram torturados, mortos ou “desaparecidos”. Regime atendeu a interesses econômicos que financiaram a repressão
-
Do golpe à resistência: como o PCdoB leu 1964 e enfrentou a ditadura
Documentos históricos do partido com maior número de vítimas pela ditadura militar trazem análise do golpe, leitura do regime e os quais foram os caminhos de resistência articulados pelo PCdoB