Em palestra realizada no curso "Singularidades do Capitalismo Contemporâneo", de 2006, o professor José Carlos Braga, faz uma profunda análise sobre as características atuais do capitalismo, abordando seus atuais mecanismos de acumulação bem como os elementos centrais das diversas crises vivenciadas pelos países do centro e da periferia do sistema.
Singularidades do capitalismo contemporâneo
Em palestra realizada no curso "Singularidades do Capitalismo Contemporâneo", de 2006, o professor José Carlos Braga, faz uma profunda análise sobre as características atuais do capitalismo, abordando seus atuais mecanismos de acumulação bem como os elementos centrais das diversas crises vivenciadas pelos países do centro e da periferia do sistema.
POR: Redação
∙ ∙1 min de leitura
Notícias Relacionadas
-
Falar em imperialismo é cafona? A Venezuela e a lógica da dominação
Sequestro do presidente da Venezuela pelo exército dos EUA demonstra que o imperialismo está mais vivo do que nunca
-
Governança e eficiência organizacional: desafios contemporâneos para o PCdoB
Texto examina como planejamento, disciplina e administração moderna foram incorporados ao socialismo por partidos comunistas.
-
Por que Trump e o bolsonarismo reativam o anticomunismo no século XXI
Proclamações oficiais, leis simbólicas e guerra cultural revelam o uso recorrente de velhos estigmas ideológicos como instrumento de disputa política nos EUA e no Brasil
-
Fundação Maurício Grabois condena agressão dos EUA contra a Venezuela
Nota da FMG expressa solidariedade ao povo venezuelano, denuncia violação do direito internacional e defende a soberania como eixo central da democracia.
-
Estados Unidos atacam a Venezuela; PCdoB repudia e cobra reação regional
Partido classifica a ação como terrorismo internacional e convoca governos e movimentos a reagirem à escalada da agressão. Texto reúne ainda análises e conteúdos audiovisuais sobre a ofensiva militar e seus impactos
-
China enfrenta o tarifaço de Trump e consolida estratégia de soberania tecnológica em 2025
Ao longo de 2025, sanções, disputa tecnológica e reacomodação geopolítica marcaram a resposta chinesa à ofensiva dos EUA, com impactos no Sul Global e na relação estratégica com o Brasil.