POR: Redação
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Evento da Fundação Maurício Grabois abre ciclo de debates que analisa transformações nacionais nas últimas décadas e os desafios históricos do desenvolvimento
Em 16 de dezembro de 1976, agentes da repressão metralharam casa na Lapa e assassinaram três dirigentes do partido: Ângelo Arroyo, Pedro Pomar e João Drummond
"Pessoas assim não morrem, elas persistem em nossa memória como as estrelas que alumiam os caminhos de luta do povo brasileiro, com coerência, abnegação e coragem", destaca a Fundação Maurício Grabois em homenagem
Partido presta tributo a 101 militantes mortos e desaparecidos e lança publicação que resgata a memória da resistência ao regime militar, em ato no seu 16º Congresso
Além de arquivos e escritos inéditos, a trajetória do líder estudantil é reconstituída por depoimentos de pessoas que conviveram com ele e cenas interpretados pelo ator Bruno Gagliasso
Helenira, Arroyo, Grabois, Rubens Paiva, Marighella e Herzog: documentos de 102 vítimas foram corrigidos para reconhecer a responsabilidade do Estado pelas mortes durante o regime militar