O morcego
03/08/2016
Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: na bruta ardência orgânica da sede morde-me a goela ígneo e escaldante molho. “Vou mandar levantar outra parede…” – digo. Ergo-me a tremer. Fecho