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Solenidade em Salvador celebra a Revolução Russa

    A Revolução Russa de 1917 representou uma ruptura de grande significado histórico. Pela primeira vez, a classe trabalhadora tomou para si as rédeas de seu destino e exerceu o poder político de uma Nação. Um século depois

Sicsu debate modelos de estímulo ao crescimento econômico

Renato apontou a intenção da Grabois, em reunir intelectuais de referência em suas áreas para contribuir ao debate interno do PCdoB e qualificar suas posições, como ocorrido recentemente durante visita do jurista Gilberto Bercovici. Para ele, a saída desta

A evolução da questão nacional no pensamento marxista

“Apesar dos processos revolucionários do século XX terem tido a questão nacional no centro, as elaborações dos marxistas sobre o assunto não estão no mesmo nível das que foram realizadas sobre outros temas de menor transcendência histórica”, diz Vellozo.

Urariano Mota lança romance histórico em São Paulo, dia 14

O EBOOK PODE SER ADQUIRIDO NA AMAZON ou o livro pode ser adquirido no pré-lançamento em São Paulo, previsto na Fundação Maurício Grabois, à Rua Rego Freitas, 192, República, Centro, dia 14 de setembro, às 18h30. Urariano Mota é o escritor e

Por que a saída do Euro é internacionalista – Parte III

Parte I – A ideologia dominante é o cosmopolitismo não o nacionalismo Parte II – Nação, Estado e imperialismo europeu Parte III: Além da rejeição da política. O euro como um elo fundamental na recuperação da luta política É

PCdoB aponta caminhos para enfrentar a crise no Brasil, diz Luciana

O poema de Thiago de Melo, “faz escuro, mas eu canto”, ilustrou o discurso do presidente da República em exercício, lideranças partidárias, dirigentes de movimentos sociais e diplomatas presentes na solenidade. A presidente nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos (PE),

Lima Barreto: “No ajuste de contas…”

  No contexto do dossiê especial “1917: o ano que abalou o mundo“, em homenagem ao centenário da Revolução Russa, o Blog da Boitempo recupera quatro artigos jornalísticos do excepcional escritor Afonso Henriques de Lima Barreto, todos escritos no

As Jornadas de Julho

  Em 1917, a Rússia tinha mais de 165 milhões de cidadãos, dos quais apenas 2,7 milhões viviam em Petrogrado. A capital tinha 390 mil trabalhadores fabris – sendo um terço de mulheres –, 215 a 300 mil soldados

A Revolução também foi feminista

  Há alguns anos, o silêncio sobre a participação das mulheres nas revoluções de fevereiro e outubro de 1917, na Rússia, vem sendo rompido. No Brasil, a Boitempo publicou, neste ano, A revolução das mulheres: emancipação feminina na Rússia soviética,