O sósia do Brasil que a mídia entrevistou por engano
Os caosnáticos que durante meses anunciaram o apocalipse para os 32 dias em que o país sediaria a Copa do Mundo devem estar duplamente arrependidos. Vencido 1/3 do torneio a apreensão cedeu lugar à agradável sensação de que, afinal,
Cadeias dominadas: A Fundação Casa, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos
Taniele Rui Em 2005, Berenice Gianella foi escolhida pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nova presidente da então Febem. Seu currículo instigava: graduada e mestre em Direito Penal pela USP, ela havia sido corregedora-geral do Sistema Penitenciário do
Pentágono prepara-se para massiva agitação civil
No final da Guerra Fria, um escândalo sacudiu as universidades nos Estados Unidos: professores renomados e laboratórios de pesquisa foram secretamente financiados pelo Pentágono. Por um lado, os pareceres de peritos foram contaminados e, por outro lado, suas pesquisas
Cinismo, ferramenta de gerenciamento das consultorias
No trabalho, a “cultura da empresa” e as regras informais substituíram as estruturas reguladoras. Mas os funcionários, e entre eles os executivos, não são bobos. Eles constroem dentro das normas as diferenças entre sua realidade e um discurso oficial
Horizonte cerrado* 3: O poema e a mercadoria
Um poema proporciona ao leitor uma perspectiva aguda da realidade, porque não carrega de modo imediato o mundo para o texto. O poeta transforma os fatos do mundo em fatos de linguagem que têm a ver, por exemplo, com
Um gol inesquecível contra Pinochet
Entre as imagens que nos vêm a partir do 11 de setembro de 1973, do dia em que houve o golpe militar contra Salvador Allende, entre tantas imagens vivas, uma poderia ser, com razão, do presidente Allende resistindo de
Levanta
Levanta Levanta, querido Sai desse peso da verdade E vamos colher flores No grito dourado do Sol Tanto te amo Que sou capaz de me ignorar Sou capaz de bromélias Sou apta ao liquido dos sonhos
Black Blocs, Francis Dupuis-Déri, Ed. Editora Veneta
Mas quem são esses jovens que, por trás das máscaras, são considerados “vândalos” pelos governantes? Por que quebram agências bancárias e destroem símbolos do capitalismo? Como e quando essa modalidade de protesto surgiu? São a essas perguntas que o
A sombra do povo e a insônia dos grã-finos
Não bate! O clamor que tomou conta dos arraiais do conservadorismo brasileiro desde o anúncio do Programa Nacional de Participação Social, há alguns dias, decididamente não combina com a empáfia impostada de seus representantes políticos. Como é que é?