Boa Justiça
19/07/2007
Eis a ardente lei dos homens Das uvas fazerem vinho Do carvão fazerem fogo Dos beijos fazerem homens Eis a dura lei dos homens Não perder a integridade Mesmo em guerras e misérias Em perigo até de morte Eis
Eis a ardente lei dos homens Das uvas fazerem vinho Do carvão fazerem fogo Dos beijos fazerem homens Eis a dura lei dos homens Não perder a integridade Mesmo em guerras e misérias Em perigo até de morte Eis
Amadureci. Não tenho medo dos mortos. No quarto repleto de escuro Arregalo os olhos E contemplo o movimento dos vultos. Se ainda não houve diálogo O pavor não tem sido empecilho. É por pura opção deles. Contentam-se Em ocupar