O Povo ao poder
19/06/2007
Recife, 1864 Quando nas praças s’eleva Do Povo a sublime voz… Um raio ilumina a treva O Cristo assombra o algoz… Que o gigante da calçada De pé sobre a barrica Desgrenhado, enorme, nu Em Roma é catão
Recife, 1864 Quando nas praças s’eleva Do Povo a sublime voz… Um raio ilumina a treva O Cristo assombra o algoz… Que o gigante da calçada De pé sobre a barrica Desgrenhado, enorme, nu Em Roma é catão
Antigamente, se morria 1907, digamos, aquilo sim é que era morrer. Morria gente todo dia, e morria com muito prazer, já que todo mundo sabia que o Juízo, afinal, viria, e todo mundo ia renascer. Morria-se praticamente de tudo.