Aparição da Rosa
08/05/2007
I Não sei se ainda dormia e se sonhava… Mas era uma visão, uma doçura Que vinha de nascer da noite escura E de ouro de carmim se revelava. Não sei… Mas era um canto, uma voz pura Que
I Não sei se ainda dormia e se sonhava… Mas era uma visão, uma doçura Que vinha de nascer da noite escura E de ouro de carmim se revelava. Não sei… Mas era um canto, uma voz pura Que
A gengiva de ouro devora a vasta planície: ardem copas, flores, palmas, pássaros incandescentes. O fogo anoitece a terra e a secreta vontade do fruto. Coivaras industriais reorganizam o cerrado para submetê-lo à tirania produtiva dos homens.