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    Colunas

    Por trás da tempestade
    Por trás da tempestade

    Daqui de onde vejo o mar De onde a lua já se foi Revisito meu coração Com o vento que SOPRA E me pede calma Deixando que minha alma Se liberte de mim Solta, livre Em seu ritmo Daqui

    Deus de violência
    Deus de violência

    Estou com vida mas estive sempre à espera De viver. Não sei por que estou isolado e só Sentimos a inutilidade em existir. Se houver Deus É de violência; nos deixa apodrecer ainda caminhando É o dono de moléstias