Geração
26/04/2007
Vivíamos no intestino do recife e o capibaribe era um prato de sonhos onde digeríamos versos vai longe o tempo em que fuzis e baionetas poderia ser canto enternecido e libre geração ácida que diluía a alma em álcool
Vivíamos no intestino do recife e o capibaribe era um prato de sonhos onde digeríamos versos vai longe o tempo em que fuzis e baionetas poderia ser canto enternecido e libre geração ácida que diluía a alma em álcool
A paisagem da vida muda toda vez que a vemos, e quem a vê jamais é o mesmo. Mudam a paisagem e o viajante, na sopa quântica da eterna mudança. Não há quem mude, não há o que