*Encarnado, negro e azul profundo*
07/03/2007
Era sempre noite no cais de Joana Maria. Ela, encolhida num canto qualquer, quase paisagem. Mas os olhos, pralá-e-pracá, fitavam as cores do mundo. Quando tudo cessava, pernas, faróis e barulhos, chegava a hora de tingir os lábios