Alma atlântica
06/12/2006
Em algum lugar do tempo humano erguemos muros de medo em volta de nós mesmos. Em algum dia da noite de terror na pátina dos dias ao desenhar, no quintal da infância arabescos de não ser feliz sitiei meu
Em algum lugar do tempo humano erguemos muros de medo em volta de nós mesmos. Em algum dia da noite de terror na pátina dos dias ao desenhar, no quintal da infância arabescos de não ser feliz sitiei meu
Na profunda noite universal que apenas contradizem os postes de luz uma ventura perdida ofendera as ruas taciturnas como pressentimento trêmulo do amanhecer horrível que ronda os arrabaldes desmantelados do mundo. Curioso pela sombra e acovardados pela ameaça de