Carta à filha
03/03/2006
Há julhos demais em minhas manhãs. Trôpegas, as alvoradas fazem cara de bem, esforçam-se por parecerem renovadas. No entanto, o tempo é outro. Bruxo, injeta alquimias nas veias do mundo e, cedo e sem remédio, envilece as manhãs. Luto,