Modelo
24/10/2005
O que há é escassez de carne. Mas o bastante para existir Bunda, coxas, e seios. — Meninos, não há só osso, Eu não só vi, eu apalpei! A carne deixa de ser O que a medicina denomina de
O que há é escassez de carne. Mas o bastante para existir Bunda, coxas, e seios. — Meninos, não há só osso, Eu não só vi, eu apalpei! A carne deixa de ser O que a medicina denomina de
E se o ouro das alianças fosse derretido Para obturar a cárie Que corrói o marfim do amor? As Delícias do Amargo & Uma Homenagem poemas – Adalberto Monteiro Editora Anita Garibaldi, 2006 Adalberto Monteiro, Jornalista e poeta. É