Pra quê? (segunda parte)
28/01/2005
– Áe!! – Desculpe. Doeu muito? Desculpe. Só um instante. Pronto. Bochecha… isso. Pode cuspir. – Ô, do'tô, iá é a 'ercêa 'ez… – Desculpe. Vamos fazer o seguinte… Você volta semana que vem. Melhor.
– Áe!! – Desculpe. Doeu muito? Desculpe. Só um instante. Pronto. Bochecha… isso. Pode cuspir. – Ô, do'tô, iá é a 'ercêa 'ez… – Desculpe. Vamos fazer o seguinte… Você volta semana que vem. Melhor.
Formada em direito, Maria Ondina tinha uma visão muito objetiva da vida. Sua pergunta predileta era "pra quê?". Tudo tinha que ter um sentido muito prático; nada poderia significar um mínimo de desperdício. Seu noivo, Amarildo, a