Da fugacidade
12/07/2004
Eu, alcoólatra de ti, vinho nobre. Freqüento escolas de lentidão e paciência. Se te beber com compulsão Será um prazer inebriante Mas me restará o cálice vazio, a solidão. Macio e tinto e quente O encontro contigo, Bebo-o homeopaticamente.