A carta – capítulo 3
24/06/2004
Saco das Varas, interior de Sergipe. Emerenciana mexe o feijão na panela e observa a filha à mesa da cozinha. – Qué que tu tanto rabisca aí, menina? – Nada não senhora. – De hoje
Saco das Varas, interior de Sergipe. Emerenciana mexe o feijão na panela e observa a filha à mesa da cozinha. – Qué que tu tanto rabisca aí, menina? – Nada não senhora. – De hoje
Na oficina em que me encontro tenho a nítida sensação de momentâneo fracasso. Será que nada muda? Olho com calma os carros, os pássaros, os meninos, o rio… Tudo passa, dizem. Mas a vontade é de que o eterno