Um espectro que ronda
19/03/2004
Descemos o rio. Chegados à foz, estuamo-nos com as águas. No confronto com as ondas, desfizemo-nos em lascas de pau, tecidos e moléculas de carbono. Hoje, somos mar, plenos de monstros e abismos.
Descemos o rio. Chegados à foz, estuamo-nos com as águas. No confronto com as ondas, desfizemo-nos em lascas de pau, tecidos e moléculas de carbono. Hoje, somos mar, plenos de monstros e abismos.
Era inaudível. Mas brilhava que quase iluminava o sol. Isso!: um meio-dia em minha vida, aquele sorriso e sua alegria. Quando, vez primeira, a meia-noite daquela pele penetrou aguda minhas narinas, vi-me, na sala cheia de lua, em campo