Ainda mato um
25/01/2003
Ele não era nem bom, nem mal. Era um daqueles pacatos cidadãos que encontramos todos os dias pelas ruas da cidade. Passam daqui pra lá, de lá pra cá, muitas vezes de guarda-chuva nas mãos mesmo não havendo
Ele não era nem bom, nem mal. Era um daqueles pacatos cidadãos que encontramos todos os dias pelas ruas da cidade. Passam daqui pra lá, de lá pra cá, muitas vezes de guarda-chuva nas mãos mesmo não havendo
Um dia todos os homens serão amigos do tempo. Não mais blasfemarão contra a manhã e sua luz desperta e nem contra o trânsito, o relógio de ponto e a noite que os obriga dormir (apagar seus pensamentos sob