O civil
12/12/2002
No sempre desejo de ser mineral pó o homem, morto sobre si, avança o sinal. Pálido de lábios e curvo na espinha, deixa cair do rosto o olhar claro e longe até ver-se preso e consumido só no relógio
No sempre desejo de ser mineral pó o homem, morto sobre si, avança o sinal. Pálido de lábios e curvo na espinha, deixa cair do rosto o olhar claro e longe até ver-se preso e consumido só no relógio
Conta-se que muitos anos atrás, comecei o meu primeiro emprego numa pequena confecção de calcinhas e meias. O dono era um Árabe brasileiro de nome Anuar. Na convivência com ele e sua família, entrei em contato pela primeira