O civil
12/12/2002
No sempre desejo de ser mineral pó o homem, morto sobre si, avança o sinal. Pálido de lábios e curvo na espinha, deixa cair do rosto o olhar claro e longe até ver-se preso e consumido só no relógio
No sempre desejo de ser mineral pó o homem, morto sobre si, avança o sinal. Pálido de lábios e curvo na espinha, deixa cair do rosto o olhar claro e longe até ver-se preso e consumido só no relógio
– Ladrilhava tudo. Assim começou Demóstenes Antunes seu repto contra a praia. Voltado para o mar, mãos para trás, olhos abarcando o máximo da massa líquida, era como se decretasse um futuro perfeito. Tivesse ali uma espada,