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Europa

100 anos da morte de Rosa Luxemburgo: a rosa vermelha do socialismo 

O ato final Era 15 de janeiro de 1919 e as ruas de Berlim estavam tensas. Por toda parte viam-se os vestígios dos combates dos dias anteriores. As tropas do exército alemão e grupos paramilitares, os “corpos livres”, desfilavam

Classe média espremida pesou na eleição

  Marc Morgan e Amory Gethin (abaixo), da Paris School of Economics, especialistas em desigualdade: “É importante lembrar que, no Brasil, as famílias com renda inferior a dois mínimos representam entre 40% e 50% da população” Orientando do autor

Inovação nos Estados Unidos – o viés militar e seus limites

Depois da II Guerra, esse dinamismo transbordou na criação de uma rede que por muito tempo ficou sem rivais. Apenas nos anos 1970 os limites e contradições desse modelo começaram a se tornar claros. E eram realçados pelos contrastes

A experiência jesuítica num empreendimento de globalização

Para o historiador Alexandre Coello de La Rosa, é claro o propósito que leva os jesuítas a se lançarem pelo mundo: a expansão da fé católica. Entretanto, a experiência que passam a vivenciar vai também transformar esse objetivo. Com

Paul Bauduin, ou por que os economistas de mercado adoram o fascismo

A história da França de Vichy sempre me fascinou, desde os anos 60, coleciono livros sobre o período para entender o abismo politico que a França tenta esquecer. Vichy é a prova de que países não desaparecem, não quebram, não

Paul Bauduin, ou por que os economistas de mercado adoram o fascismo

A história da França de Vichy sempre me fascinou, desde os anos 60, coleciono livros sobre o período para entender o abismo politico que a França tenta esquecer. Vichy é a prova de que países não desaparecem, não quebram, não

Conceição Tavares e a procura de uma nação chamada Brasil

São Paulo – “A economia que não se preocupa com a justiça social é uma economia que condena os povos a isso que está ocorrendo no mundo inteiro, uma brutal concentração de renda e de riqueza, o desemprego e

A filósofa e o neoliberalismo

No início de sua palestra, a professora Chauí ousou dizer que não entendia nada de Multilateralismo, mas que poderia falar da questão democrática, que ela assegurou ser a “sua praia”. Na verdade, como se poderá ver em seguida, ela