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Morcego morto
30 de janeiro de 2009Flor de veludo pisada. Ontem silvo na noite. Agora penugem fria. Junto às rosas, assistido pelo agudo sonho dos gatos, sob o afiado sol, apodrece. Ontem vôo maldito. Agora espectro varrido. Habitante da morte inconsútil. O dia claro te vê, consome e guarda. Melhores poemas Walmir Ayala Seleção: Marco Lucchesi Global Editora – edição 2008
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Ser certo é ser torto
29 de janeiro de 2009No cerrado ser certo É ser torto. Aleijado é ser ereto. É uma questão de gosto. Em vez da reta, do traçado masculino, Ele tem as curvas Do corpo feminino. O cerrado não inveja as garbosas florestas. Por que árvores altas se em vez de girafas Ele tem tamanduás, antas e pebas? No Japão, Para […]
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A Coluna Prestes em Goiás – 2ª parte
28 de janeiro de 2009O material esteve inédito até agora em arquivo da Biblioteca Nacional e é documento indispensável ao conhecimento das correrias, sonhos e tropelias da Coluna e seus líderes. Mendonça recolhe a voz do tempo, as impressões captadas pelas sensibilidades da época e deixa aberto o caminho para aprofundados estudos sobre a Coluna, que ainda permanece […]
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