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Balada da Chuva
2 de maio de 2007Talvez seja a sinfonia desses ventos, trazendo sobre nós os sonhos de impossíveis viagens, A imaginação solta, desvairada ao vermelho do crepúsculo, desenha aventuras fantásticas, em que seríamos o amor do [mundo inteiro. Ou mesmo a recordação dos fracassos, do primeiro gesto [terno que nos ruborizou o rosto e encantou a alma. A […]
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A casa dos mortos
2 de maio de 2007Deito nesta casa de fantasmas e espero a hora uma mulher sorri -por baixo dos óculos- e oferece pão-de-ló um outro morto canta ao canto da sala cantigas antigas ao longe um choro e cheiro de maresia é o amante marinheiro que morreu no mar e fraturou a alma da amada que até hoje o […]
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D. Sebastião, Rei de Portugal
27 de abril de 2007Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a Sorte não dá Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Fico meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver […]
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