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Iluminar
Elder Vieira13 de julho de 2005O que Olga vê, assim parada diante do visor da câmara de gás? O mesmo que via à janela do aparelho clandestino? A mesma paisagem da janela do avião? O que percebia Olga? Nestes tempos de golpismo mal disfarçado, lembrei-me dela hoje. Enquanto tocava no aparelho de som, legal e público, instalado num […]
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Sova na Avenida da Praia
Elder Vieira12 de julho de 2005Essa me contaram e eu reconto: Enaura era uma mulher sempre contente. Pele morena, rosto redondo sempre sorridente, tinha um corpo todo roliço, mas bem divididinho. Estava chegando aos quarenta. Vestia-se sobriamente, mas sempre com apuro. Enaldo, seu digníssimo, era um caboclo alto, encorpado, uma barriga um tanto proeminente, mas que não […]
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De feras e de belas
Elder Vieira8 de julho de 2005Vou dizer, comprade, que ela me honra com todo esse querer. Não valho nada; portanto, não mereço. Mas aceito de bom grado, e felizinho da silva, que, dado assim, até injeção na testa, quanto mais uma morena tão cherosa de perfeita. Perfeita, sim senhor! Que sujeita, dona de sua cabeça como ela, se […]
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