João Saldanha, 100 anos
“Meus amigos…” João Alves Jobim Saldanha. João Sem-Medo. Gaúcho de Alegrete, carioca de adoção. Gremista de nascença, botafoguense de coração. Brasileiro. A exemplo do também genial Nelson Rodrigues – amigo que lhe deu o apelido -, entendeu como
Vida que segue: Os cem anos de João Saldanha
Retrato da indigência nacional com sua história e em particular com a do futebol, o sumiço da biografia é vergonhoso. O autor procura nova editora, para que a grande história de João Saldanha seja conhecida por mais gente. O
Há 100 anos nascia o visceral e ícone João Saldanha, o “João Sem Medo”
Era um fim de noite daqueles agitados na redação do “Jornal do Brasil”. Ano de 1990. Muitos jornalistas já arrumavam as malas para embarcar rumo à Copa do Mundo na Itália. Um deles, o mais especial de todos, acabava
Os 100 anos de João Saldanha, o técnico que atormentou a ditadura militar
João Alves Jobim Saldanha nasceu em Alegrete, no dia 3 de julho de 1917. O guri gaúcho que chegava ao Rio de Janeiro na adolescência era um apaixonado por futebol. Entretanto, ao contrário da maioria dos boleiros de sua
“Manda os crioulos saírem”
Eu sempre saía pela tangente, explicando que não era assunto meu o de proibir ou permitir a entrada na sede deste ou daquele, e ficava matutando sobre os contrastes gritantes em dias das grandes vitórias, quando a sede ficava
VÍDEO: ‘Sem Censura’ celebra centenário de João Saldanha
Para falar sobre o renomado cronista que além da carreira na imprensa esportiva jogou futebol pelo Botafogo e treinou a seleção brasileira, a apresentadora Vera Barroso recebeu o jornalista André Siqueira, biógrafo de Saldanha; viúva Thereza Bulhões; o ex-jogador
Base de Alcântara
A Coroa Portuguesa, quando a Colônia foi invadida por franceses e holandeses, lutou para expulsá-los. 60 mil brasileiros morreram para que não houvesse perda de território nacional para os invasores paraguaios. O Barão do Rio Branco dedicou parte da
Ditadura militar, corruptores e seus privilégios
Há 53 anos o país mergulhava nos 21 anos mais complicados de sua história: a ditadura militar. Na entrevista a seguir, conduzida pela codiretora da Agência Pública, Marina Amaral, o tema não é menos denso. Como se engendrou a