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Por quê?
10 de maio de 2003– Porque você vai pra Florianópolis? – É separado. – O que é separado? – O porque que você acabou de falar. É separado. – Porque? Eh! Digo: por que? – Agora vai um acento no “e”. – Arrrh! Você me deixa irritada. – Você me deixa […]
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Deposição
9 de maio de 2003Chegou em casa aperreado. – Dinalva, você viu? – Viu o que, excelência? – Estava com ele até hoje de manhã! – O quê, meu deus? – Meu mandato. – Não me diga que o senhor perdeu de novo, vossa indignicência? – Não é que perdi, menina? […]
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Coxos e coxos irreparáveis
8 de maio de 2003“vós que sois fortes e velozes, guardai-vos de coxear por complacência na presença dos coxos” (poeta Árabe, Gibram Khalil Gibram) Dois motivos talvez tenham acionado a lembrança desta frase de Gibram, um, talvez o fato de eu mesmo estar coxeando por estes dias com a perna fraturada, outro, pela observação de algumas tentativas […]
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