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Veneno num copo de tempo
Dorberto Carvalho2 de março de 2007Não obrigado. Não quero mais um copo de veneno. As almas despercebidas andam soltas em pleno dia de sol e não se incomodam de estarem em paletó e gravata. Eu vi vindo na esteira do tempo um aparelho de TV Phillips e as pessoas com pacotes da Ducal. Não faz mal lembrar coisas e […]
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Matéria de Poesia
Manoel de Barros1 de março de 2007A Antônio Houaiss (1974) Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para a poesia O homem que possui um pente e uma árvore serve para poesia Terreno de 10×20, sujo de mato – os que nele gorjeiam: detritos semoventes, latas servem para poesia Um chevrolé gosmento Coleção de besouros […]
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Do feuilleton à telenovela
Italo Bianchi1 de março de 2007Desprezado pelos críticos, o gênero consistia em uma literatura acessível às pessoas de poucos saberes. Tratava-se, sempre, de uma trama dramática infindável, recheada de situações e personagens paralelos, cheia de sobressaltos, publicada em capítulos nos rodapés dos jornais. A narrativa nunca dispensava uma situação final de suspense para provocar a expectativa do desenrolar da […]
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