Minha Desgraça
12/02/2007
Minha desgraça não é ser poeta, Nem na terra de amor não ter um eco… E, meu anjo de Deus, o meu planeta Tratar-me como trata-se um boneco… Não é andar de cotovelos rotos, Ter duro como pedra o
Minha desgraça não é ser poeta, Nem na terra de amor não ter um eco… E, meu anjo de Deus, o meu planeta Tratar-me como trata-se um boneco… Não é andar de cotovelos rotos, Ter duro como pedra o
Em Dobris, junto a Praga, conversando com Jorge Amado, meu companheiro de anos e de lutas: De onde vens agora? Eu, dos largos rios da Guatemala e México, do fulgor verde do rio Doce, adentro. Levava fogo de aves