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O Poeta Quintana
20 de junho de 2007Por outro lado, sei que não me seria possível escrevê-los. Só o Quintana tem a fórmula, direi melhor, a ausência de fórmula dessas cantigas: ora soneto, ora trova, ora verso livre, ora prosa enganadora, por fora; por dentro, o imponderável de um achado poético não procurado, porque foi ele, achado, que achou o achador. […]
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O Povo ao poder
19 de junho de 2007Recife, 1864 Quando nas praças s’eleva Do Povo a sublime voz… Um raio ilumina a treva O Cristo assombra o algoz… Que o gigante da calçada De pé sobre a barrica Desgrenhado, enorme, nu Em Roma é catão ou Mário, É Jesus sobre o Calvário, É Garibaldi ou Kosshut. A praça! A praça é […]
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O que Passou, Passou?
18 de junho de 2007Antigamente, se morria 1907, digamos, aquilo sim é que era morrer. Morria gente todo dia, e morria com muito prazer, já que todo mundo sabia que o Juízo, afinal, viria, e todo mundo ia renascer. Morria-se praticamente de tudo. De doença, de parto, de tosse. E ainda se morria de amor, como se amar morte […]
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