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Em memória de Prometeu
Elder Vieira4 de novembro de 2003Doze homens, doze festas em torno de uma crença. Dispersos pela fé na redenção, levam longe as dúvidas de si na certeza de um. Mal sabem os tormentos, as torturas, as fogueiras que esse amor criará nos séculos dos séculos. Enquanto isso, num tabuleiro metafísico, deuses jogam gamão.
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Sou feliz porque sou gigante
Adalberto Monteiro3 de novembro de 2003Certa manhã, quando despertei, percebi que me tornara um gigante. De início julguei que tudo não passava de um sonho prolongado. Só me convenci quando a noite chegou. Ao correr quase minha cabeça se estilhaça contra uma estrela. Para continuar, tive que correr assim: esquivando-me dos astros. Entre as crianças espantadas, houve quem atirasse pedras. […]
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