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A passeata
Elder Vieira1 de agosto de 2002Um deus violento rompe a tarde e seu mormaço; estende seu corpo pela avenida edificada e urra como um bicho impossível, faminto de alegria: a passeata, esgarçando-se e se contraindo, avança e estanca; serpenteia pela avenida. Trama, com os fios das horas presentes, o amanhã diverso e inadiável.
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A partição das porcelanas
Elder Vieira26 de julho de 2002Amanheceu claro o dia de nossa tormenta. Não corria pelo céu nenhum prenúncio, qualquer sinal ou presságio. O tempo transcorreu tempo comum, ordinário, feito de pequenas rotinas e algum trabalho. Fomos ao shopping, ao mercado; corremos avenidas em busca de outros bairros e nosso passado; almoçamos o feijão de todos os dias, sem salada, sem […]
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Noroeste
Elder Vieira19 de julho de 2002Benito Vasques Noroeste Não são todos os pássaros que voam liso, nem todos os ventos que sopram frio. Do alto, de cima, surges assim – parecendo refrescar as forças do tributo. São as noites que trazem tua presença e as manhãs que te perpetuam as que me agradam mais. Soprando calmo, mas bravio, trazes a […]
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