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Ode ao Amor
16 de julho de 2007Enches o peito de cada homem, medras Nalma de cada virgem, e toda a alma Enches de beijos de infinita calma… E o aroma dos teus beijos infinitos Entra na terra, bate nos granitos E quebra as rochas e arrebenta as pedras! És soberano! Sangras e torturas! Ora, tangendo tiorbas em volatas, Cantas a Vida […]
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Aconchego da vida burguesa
13 de julho de 2007A tendência que todos temos para inércia, o rei da pérsia tem. E ficar parado é tão natural, você não acha? Natural como quem agacha pra… defecar. Quem está parado já não pode parar, então curte paixão pela moça da lata de leite moça e arrisca-se em aventuras de vídeo game e tudo […]
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O telefone e o amigo morto
13 de julho de 2007(Crônica-poema para Hélio Pellegrino) Nesta límpida manhã de março o telefone ainda não anunciou a morte do amigo. A lagoa e as montanhas sabem já que algo morreu longe de mim e, no entanto, disfarçam a notícia numa cumplicidade azul. Quanto tempo levará ainda esta notícia retida em outras bocas e ouvidos até me atingir […]
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