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Soneto
3 de julho de 2007Amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; é um andar solitário entre a gente; é nunca contentar-se de contente; é um cuidar que ganha em se perder. […]
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Mesmices e efeitites
29 de junho de 2007Preciso declarar logo no início desta matéria: vou escrevê-la misturando a linguagem das artes plásticas com a das artes gráficas e com alguns termos da informática. Enfim, pretendo bagunçar o coreto, mas com a melhor das intenções. Demonstrar que a vulgarização, ou, melhor dito, o uso amadorístico do computador – essa fantástica invenção que […]
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Gramatiquinha (*)
29 de junho de 2007Prefácio [1] Antes da Introdução um prefácio pequeno verdadeiramente humilde. Esta é a primeira vez em que me sinto verdadeiramente tímido ao publicar um livro e incerto sobre a validade deste. É certo que estudei até o possível entre os acasos da minha vida autodidática a língua portuguesa de que deriva em maior parte […]
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