-
Mors
22 de junho de 2007O campo atravessando, a Morte me aparece Com uma foice às mãos, a ceifar sua messe Por seus ossos entrando a luz crepuscular No ermo em que tudo parecia vacilar Ao homem que espreitava, a foice reluzia E nos arcos triunfais, o triunfador caía Babilônia mudava em completa ruína, A guilhotina em trono, em trono […]
Acesse -
Memórias de um desmemoriado
21 de junho de 2007Estou escrevendo essas mal traçadas (que expressão mais kitsch, minha gente, apesar da boa intenção de brincar com um lugar comum!) porque tive o privilégio de receber em cima da hora um exemplar do último romance de Umberto Eco – lançado na Itália nesse mês de junho – graças ao empenho do amigo Mário […]
Acesse -
Nevoeiro
21 de junho de 2007Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baça da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é […]
Acesse