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4º motivo da rosa
6 de junho de 2007Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim. Rosas verás, só de cinza franzida, mortas intactas pelo teu jardim. Eu deixo aroma até nos meus espinhos, ao longe, o vento vai falando em mim. E por perder-me é que me vão lembrando, por desfolhar-me é que não tenho […]
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Noveleta – novo capítulo
4 de junho de 2007– Bóra caçá rolinha? – Quero não… – Então bóra lá na Panela. – Fazê o que lá? – Chupá dedo! Ora, onde já se viu! O qué que se faz na Panela, me diga? – Não sei se quero nadar. Aquela água saloba.. – Oxe, que você não qué é nada! Enjôo da bixiga! […]
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Renomeando o cotidiano
4 de junho de 2007Já é quase lugar comum dizer que os “anos zero” têm revelado poetas de grande qualidade para o sempre pequeno público de leitores de poesia. O que permanecerá da poesia dessa primeira geração do século XXI, entretanto, ainda não podemos determinar. É certo que há joio e trigo. De qualquer modo, algo que parece […]
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