-
Brasílicos
Elder Vieira15 de julho de 2005Sonoras plagas, ventos que rodam a saia da manhã; campos de fatos onde cada item é uma paisagem e uma sombra de todo o afeto: cantem peitos brasilianos mais alto que o grosso mar de alheias mensagens e apontem – sim, apontem! – as vascas e tormentas de nosso devir. Que sonhamos sonhos sem amarras […]
Acesse -
Lago Sul
Elder Vieira14 de julho de 2005Calco a terra sob os pés descalços. Pedrinhas miúdas ferem a sola e lembram em mim a dor de estar. O lago bate manso nas margens, quase imóvel. Espelha a cidade, mas não a vemos: ainda é dia, claro, de uma luz absurda. Minha filha me pergunta do mundo. Falamos de cascas de […]
Acesse -
Prólogo
Dorberto Carvalho14 de julho de 2005Aproxime-se. Fique à vontade. Deste lado a fantasia, desse a realidade. O teatro é arte efêmera que se consome no presente. Vida é coisa que se esvai, ainda que dela não se pressente.
Acesse