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Comunicação

CPS no Pará – Jornada Socialista

CPS no Pará – “Jornada Socialista 2013 e Você Comunista?” Lançada no Pará, com apoio da Fundação Maurício Grabois, a “Jornada Socialista 2013 e Você Comunista?”: sábado (24/02) em Ananindeua e neste sábado (02/03) em Belém realizou-se o Curso

Chávez, o nome do povo e da revolução bolivariana

“Seu nome atravessará os séculos, bem como sua obra!”, disse Friedrich Engels, em discurso no funeral de Karl Marx, há 130 anos, neste mesmo mês de março, em 1883. O mesmo podemos dizer de Hugo Rafael Chávez Frias. O

África do Sul: morre chefe do esquadrão de morte do apartheid

O ex-comandante e um dos fundadores do temível “esquadrão da morte Vlakplaas” do regime sul-africano do apartheid Dirk Coetzee morreu na África do Sul por causa de uma insuficiência renal. Cotzee, que tinha 67 anos e sofria de câncer,

A América Latina após Chávez

Publicado no New York Times, Mar 07, 2013 O ex-presidente Lula escreveu um artigo publicado nesta quinta-feira (7) no New York Times, sobre o futuro da América do Sul após a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez. No artigo,

Sobre o legado de Hugo Chávez

6/3/2013,Greg Grandin[1], The Nation http://www.thenation.com/article/173212/legacy-hugo-chavez Encontrei Hugo Chávez pela primeira vez em New York City, em setembro de 2006, logo depois de sua famosa aparição no plenário da Assembleia Geral da ONU, quando chamou George W. Bush de diabo.

50 verdades sobre Hugo Chávez e a Revolução Bolivariana

Publicado no Opera Mundi 1. Jamais, na história da América Latina, um líder político alcançou uma legitimidade democrática tão incontestável. Desde sua chegada ao poder em 1999, houve 16 eleições na Venezuela. Hugo Chávez ganhou 15, entre as quais

O Anjo

O Anjo

O Anjo     Veio chegando, e tão leve, que eu nunca pude saber se era do céu ou da terra. E Deus não quis me dizer.     Ficou sempre do meu lado, asas tristes, mãos caídas. Tem

Nós – somente nós – estamos no mapa

Fonte: Agência Carta Maior No último verão, a polêmica demissão de Adar Cohen do cargo de supervisor de estudos cívicos do Ministério da Educação, bem como a interdição de livros escolares tanto de história como livros cívicos ocorrida durante