Rosa Colombiana
Desgraças e alegrias anchas, A realidade e a magia andam juntas. Ser digno de tua beleza E da bondade que jorra de tua alma. Virilidade condizente À força de tuas coxas. Quisera ter força para te livrar
Desgraças e alegrias anchas, A realidade e a magia andam juntas. Ser digno de tua beleza E da bondade que jorra de tua alma. Virilidade condizente À força de tuas coxas. Quisera ter força para te livrar
Era dezembro, último dia de aula, Estridência de gritos, Correria pelas escadas. Todos tontos de alegria, Chegava ao fim o Primário. Eu pulava e corria com eles, Pura falsidade minha, Pois chorava por dentro, Porque eu os amava E
Se a poesia é síntese em forma de palavras, tankas e haicais conseguem poder de concisão ainda mais impressionante com suas expressivas cenas da natureza em minúsculos versos cuidadosamente medidos. É a típica mágica e técnica de que são
Cliquei aqui para comprar Pé de Ferro & outros poemas, de Adalberto Monteiro Em certas poéticas, firmadas em princípios humanistas seguros, o prazer dessa descoberta é ainda maior. Este é o caso da coletânea Pé de ferro & outros
CLIQUE PARA COMPRAR O auditório da União Brasileira de Escritores (UBE), no centro de São Paulo, lotou, nesta quinta-feira (30), para o lançamento de Pé de Ferro & Outros Poemas. O livro de poemas de Adalberto Monteiro traz observações
Ele dedicou, em especial, o verso “faz escuro mas eu canto, porque a manhã vai chegar” a “cada dirigente e a cada militante do PCdoB.” “Olhando a capa desse meu livro, eu leio o verso “faz escuro, mas eu
A manhã sem alquimia, sem entretons mal nasce e já breu outra vez. O sol negro da alegria impele-nos ao delírio e crava um novo carnaval: em nossa cruz, em nossa crise. A bossa estéril do
O livro é uma diversidade poética de temas, tempos e territórios. “Com dor, lirismo, paixão, erotismo, Adalberto nos traz a poesia. Mas também como faca, como punhal afiado, como fuzil, como petardo. A poesia que ele nos presenteia é
Ao centenário da Revolução Russa No centenário Da grande revolução Da qual foste o poeta, Vim nos meus sessenta anos de idade A Moscou, tua cidade. Levaram-me ao mausoléu de Lênin, E me portei com a liturgia