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    Tag: Textos de Renato Rabelo

    Renato Rabelo (1942-2026) completaria 84 anos no dia 22/02/2026. Ex-presidente do PCdoB e presidente de honra da Fundação Maurício Grabois, o dirigente histórico do movimento comunista brasileiro faleceu no domingo , 15/02/2026, em São Paulo (SP), vítima de um câncer. Rabelo deixou um rico legado de construção partidária, valorização da democracia, elaboração teórica marxista e atuação política que marcou o ciclo dos governos progressistas no Brasil. Para homenagear o líder comunista, o Portal Grabois selecionou textos publicados por Renato Rabelo ao longo de sua trajetória como intelectual comunista, presidente do PCdoB (2001-2015), presidente (2016-2023) e presidente de honra (2025-2026) da Fundação Maurício Grabois.

    • Desafios para um novo Brasil sob o governo Lula

      A análise que realizamos tem por base o pensamento político elaborado pelo PCdoB. Persistimos na compreensão de que devemos compor uma frente política visando alcançar nossos objetivos. A tática não pode ser radicalizada se não tiver uma base política ampla. Esta é a sua dialética: ampliar para radicalizar

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    • A mudança é uma exigência da maioria da sociedade brasileira

      Programa de Governo da frente Lula Presidente – composta por PT, PCdoB, PL, PMN e PCB – impõe-se como um marco destacado na trajetória das eleições de 2002, no esforço atual que compreende a definição de um novo caminho para o Brasil

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    • A conjuntura brasileira e a tática dos comunistas

      O Brasil precisa de um novo rumo, de uma ruptura com a atual orientação dominante, de um projeto de mudanças que seja capaz de promover a reconstrução nacional, a transformação social e a mais ampla liberdade política, tendo em vista a aproximação com o objetivo da transição ao socialismo

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    • O Brasil precisa de um ciclo de desenvolvimento e progresso social

      O conto mirabolante de que bastaria a abertura e o fluxo do capital privado estrangeiro para elevar a produtividade, propiciar a diversificação da atividade econômica e produzir os investimentos suficientes para edificação da infra-estrutura e dos serviços públicos, sem a intervenção do Estado, revelou-se uma fantasia

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