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Do poema Pomba do Jordão
Sierguéi Iessiênin2 de junho de 2009O céu – um sino. A lua – língua. Mãe – pátria minha. Eu – bolchevique. Onde tudo é amigo, Tudo lindo, rindo, Eu canto o fim do Mundo antigo. Alto e bom som Retumbe na tua Tumba o sino azul Como aquela lua. Mundo de amar, É boa a espera. Ouço no ar Nova […]
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Delírios do Homo Demens
Brasigóis Felício2 de junho de 2009Há pessoas que, sendo próteses de si próprias, por hipótese, vivem uma vida hipotética, tão paradas ou estressadas que morrem de inanição ou por desgaste das energias necessárias ao Ser. Ou entram em síndrome de pânico, em uma espécie de cisão entre o que o seu corpo está sentindo e o que percebem de […]
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Coração batendo sem que se ouça
Nicolai Assiéiev1 de junho de 2009Dias se sucedem, semanas se sucedem, torvelinham num galope célere; como se cavalgássemos sobre um tempo de aço voando – olhos abertos – pelo espaço. Assim a vida, ela nos atravessa – o ouvido zoa, o coração dispara, como se quisesse saltar para fora, – é só o que lhe resta! Se alguém tenta detê-lo, […]
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