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Quase nada
6 de julho de 2007Não sobrou nada. Nada mesmo. Nenhum desenho. Nem o motivo pra escrever em verso e em prosa como resgate das fotografias da mente em resistência épica mesmo que às vezes… às vezes sinto o coração acelerado como na subida do vulcão e vejo meus pés, as pedras, meus pés pisando as pedras, o […]
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A Pantera
5 de julho de 2007(No Jardin des Plantes, Paris) De tanto olhar as grades seu olhar esmoreceu e nada mais aferra. Como se houvesse só grades na terra: grades, apenas grades para olhar. A onda andante e flexível do seu vulto em círculos concêntricos decresce, dança de força em torno a um ponto oculto no qual um grande impulso […]
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De magos, sonhos e barricadas
5 de julho de 2007Não sei o que seria Do mundo sem os magos, Sem os contos de fadas. Sem o antídoto da magia Estaríamos à mercê de bruxas malvadas. Já sem as fadas Em vez do dom de voar, Estaríamos para sempre condenados – os pés, iguais aos répteis, Sempre rentes ao chão. Não sei o que seria […]
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