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Noveleta – mais continuação
14 de maio de 2007Dona Maria, aboletada na cadeira de balanço, já na nova morada, procurava, pelas muitas vias da memória, reter o que ocorrera naquele sábado ruim. Lógico que, de alguma forma, já previra aquilo tudo. Mas sabe como é: a gente intui, mas não dá muita bola; ou se força a não pensar. Quando a […]
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O poema sujo de política
14 de maio de 2007Ferreira Gullar construiu sua obra poética no fio da navalha da participação ou do engajamento. Para a maioria dos poetas ou críticos, essas duas palavras soam abomináveis, mas Gullar, com perfeita consciência da sua posição no modo de produção literário de seu tempo, jamais furtou-se a correr riscos e testar os limites da poética […]
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A Cherubino
11 de maio de 20071. Amante amado amando-te tenho lágrimas nos olhos e sal no meu palato mas não há hiato entre nós que somos calor calado no viver deixando e quando te olho vejo que és o sol e cor que muda convidando à perda no sulco que da ânsia se propaga. 2. Lançadas as últimas […]
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