-
O duro cerne da beleza
19 de junho de 2008O mais esplêndido não é a beleza, por profunda que seja, mas a clássica tentativa de beleza, em meio o charco: a estrada interrompida, abandonada quando a nova ponte finalmente entrou em uso. Ali, de ambos os lados de uma entrada cuja tinta, crestada pelo sol, começa a descascar – dois vasos de gerânios. Pois […]
Acesse -
Rua Perdida
19 de junho de 2008Já estou velho nesta cidade Mas nunca minha vida havia Se deparado com aquela rua. Nada sabia daquele alpendre quase azul. E nem daquele canteiro de roseiras tão idosas Quanto a senhora que o rega toda manhã. As Delícias do Amargo & Uma Homenagem poemas – Adalberto Monteiro Editora Anita Garibaldi, 2006 Adalberto Monteiro, […]
Acesse -
É assim que leio uma carta
18 de junho de 2008É assim que leio uma carta fecho a porta do quarto e me asseguro que está trancada para que não me fuja a excitação aí me afasto da porta para não ser surpreendida se alguém bater aí olho as paredes olho o chão apreensiva com medo que sei lá a alma de um rato esteja […]
Acesse