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quase um poema
Dorberto Carvalho12 de setembro de 2002Jamais a fluidez do sangue se nunca em revoada os sentidos Jamais talvez se nunca a voz do não florescido ainda e sempre em palavras que retornam na escuridão dos olhos cerrados (Batidas na porta) Não recebo ninguém esta hora, depois, cansa-me dizer, por exemplo, porque homens se embriagam, e vendem cebolas.
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Gente
Dorberto Carvalho5 de setembro de 2002Queria apenas um trabalho, mesmo destes de curvar a espinha até bater a cabeça no chão… estou muito velho. (…) Foi numa creche. Os cobertores ficavam trancados a chave, e, num dia frio, desse frio mesmo, os bebês choravam com todo pulmão, então arrombei o armário… (…) Fui demitido (…) Não, não. Sou de […]
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Ziguezague
Elder Vieira30 de agosto de 2002Não se sabe se é intencional. Mas quando aparece na tv, ele joga o rosto de um lado para outro, num movimento meio cômico, sempre se apresentando de perfil no vídeo. Nesse bailado cefálico, seu corpo também dá certos pulinhos. É como se ele estivesse permanentemente cabeceando uma bola para o lado. Esse […]
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