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A cura das lembranças
1 de setembro de 2010O que acontece com a paz, que na sua passagem não dura, e quase não se deixa amar? Por que só há epopéias de guerras, e não Ilíadas homéricas a narrar as sagas da Paz? O mal sempre vence quando os justos se negam a agir. Por que existem tão poucos pastores de Homens, […]
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Enredo para um café amargo
1 de setembro de 2010Mesmo de luto, luto, luto. Aborreço-me com as retóricas que surgem ao convite aberto dos basculantes, atrevidas de repetição. Este tempo de palanques, excesso de siglas e fotos. Não há mais crenças para tais notícias, promessas emitidas e em horário nobre. Frases condensadas, comprimidas no limbo, na textura absurda das cascas, coloridas pelo escuro. No […]
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Sabê-la
1 de setembro de 2010Poesia ah, poesia! Gostaria de sabê-la. Se para isso é preciso estar triste, se para isso é saber melancolia, de céu cinza, de dor indômita, ou de solidão, deveria sabê-la, então! Professora
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