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Cravos de abril
Adalberto Monteiro28 de maio de 2009Os cravos portugueses Sagraram-se Pelo sangue derramado De negros e alvos. Os cravos, o povo português Os porta à mão como quem empunha um fuzil. E ao cravá-los na lapela, Pulsa-lhes um segundo coração. Os cravos portugueses São perfumados e encarnados De hastes altas, altivos mastros. Na primavera suas pétalas São jorros rubros de vinho. […]
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A ansiedade das multidões (2)
Luana Bonone28 de maio de 2009Sim, indubitavelmente, o que sinto é a ansiedade das multidões! De que outra forma possso descrever este turbilhão desordenado de desespero e esperança? Não é sentimento para um homem só… Não cabe, não pode caber! É a ansiedade das multidões que me invade e arrebata Que me joga de encontro à decadente realidade do mundo […]
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O Afraninho e o Galeguinho
ACAS27 de maio de 2009Certa feita o Afraninho estava dormindo debaixo de um pé de café. O dia já ia alto, sol a pino, quente, moroso. Uma mosca teimava em zumbir próximo do ouvido de nosso caipirinha. O Afraninho acordou com um olho só; coisa que aprendeu com o Elomar do Rio Gavião. Assim, meio acordado, meio dormido, […]
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